292 || Tenho uma opinião sobre a transferância de Cristiano Ronaldo
291 || O valor do capital humano *
Qualquer livro de gestão tem um capítulo destinado à área da gestão de recursos humanos. Da mesma forma, qualquer empresa de referência, independentemente do sector onde actue, tem na gestão de recursos humanos um dos segredos do seu sucesso, seja nos critérios da sua política de recrutamento, na aposta na formação contínua ou na avaliação do desempenho individual (ou preferencialmente associando todos estes factores). Sendo assim, porque continuam grande parte das nossas empresas (para não dizer a maioria) a ignorar o potencial daqueles que diariamente trazem valor para as organizações? Creio que de um forma genérica por duas grandes razões: em primeiro lugar pela falta de uma visão estratégica dos nossos gestores/administradores a médio/longo prazo; a segunda, por uma óptica redutora associada ao conceito de “força de trabalho”. Conta Jack Welch no seu livro Vencer, o comentário feito por um antigo funcionário da General Electrics numa das primeiras vezes que o colocaram numa sala de formação: “durante anos pagaram pelo meu trabalho, quando poderiam ter tido de borla a minha cabeça”. Este comentário é absolutamente fantástico e ilustrativo do capital que diariamente as organizações perdem ao não chamar a sua “força de trabalho” para os processos de melhoria. Quem melhor que os seus colaboradores para identificarem as áreas onde a empresa pode melhorar?
Numa economia onde a concorrência obriga as empresas a serem cada vez mais eficientes, o envolvimento do capital humano na tomada de decisões irá garantir não só o empenho de todos em prol de um objectivo comum (aquilo a que comummente chamamos de “vestir a camisola”), como também uma maior aceitação e compreensão das opções tomadas. Além do mais, o tal “custo com pessoal” torna-se num excelente investimento não só em força produtiva, como também numa equipa de consultores internos que diariamente procuram fazer mais, melhor e com o menor número de recursos. E não se esqueça: diferencie, reconheça e valorize o desempenho daqueles que diariamente se esforçam por acrescentar qualquer coisa ao status quo. A inovação começa, mais do que em qualquer gabinete, no dia-a-dia da sua empresa.
290 || Where amazing happens
289 || Concordo...
287 || Blogs vs Twitter
286 || Um novo mundo na jogabilidade
Já aqui havia escrito a forma como a Wii revolucionou o conceito de jogabilidade numa consola. Importa perceber também que as fórmulas de sucesso estão na capacidade de alguém pensar para além do óbvio. Seguramente que o caminho da Nintendo não seria combater a Sony numa consola com melhor desempenho pelo que havia que tentar chamar a atenção dos potenciais clientes de uma outra forma... a forma de se jogar.283 || Noite épica na Liga dos Campeões
282 || Grandes Jogadores (II) - George Weah
Que grande avançado. Lembrei-me de Weah depois de uma reportagem na Sportv que retratava a carreira do libanês. Weah deu acima de tudo nas vistas ao serviço do AC Milan. Em Portugal ficou ainda lembrado pela famosa cabeçada em Jorge Costa nos túneis das Antas, supostamente como resposta à pisadela do defesa português na mão de Weah no jogo da primeira mão. Poucas semanas depois, Weah recebia o prémio fair-play pela FIFA. Nem o benfiquista mais ferrenho se lembraria de tal coisa.Mas Weah era acima de tudo um craque. Depois de algumas temporadas bem conseguidas pelo PSG, coube-lhe a árdua tarefa de substituir o insubstituível Marco Van Basten no Milan. Para além da força e do jogo aéreo, Weah tinha uma técnica fantástica e marcou uma época no futebol italiano. Dos muitos golos que marcou na liga italiana e liga dos campeões, aqui fica um exemplo do que era Weah:
281 || Para o meu amigo Fred
De uma forma evidente não há penalty no lance que dá o empate ao Benfica. Da mesma forma que esse lance marca de uma forma inegável o desfecho do jogo. É por essa razão que muito raramente os árbitros se atrevem a dar o benefício da dúvida a quem ataca. A lei diz que em casos de dúvida em fora-de-jogo seja beneficiado o ataque. A prática diz que são beneficiadas as defesas. Um fora-de-jogo mal assinalado passa despercebido, enquanto um golo marcado em fora-de-jogo é um atentado ao trabalho das equipas.
Deixando as filosofias de lado, o Sporting pode sentir razões de queixa de Lucílio Baptista? Pode. Mesmo que quem viu o jogo também possa dizer que o Polga devia ter sido expulso, ou que o lance que dá o primeiro golo do Sporting nasce de uma falta de Vukcevic. Mas mesmo assim esse é o lance chave do jogo. Da mesma forma que o penalty inexistente no Dragão é o lance chave que está na base do empate do Benfica no Porto. Ou o fora-de-jogo de Vukcevic no golo contra o Rio Ave (apitado pelo Lucílio, mas o Rio Ave não vende tanto jornal). E por ai fora...
Erros sempre existiram e irão existir. A verdade é que a reacção do Sporting denota a frustração de ter perdido a única esperança de conquistar alguma coisa este ano. Pelos vistos a taça da liga valia mais do que aquilo que se pretendia fazer crer.
PS: Já agora aconselho vivamente a ver este vídeo. Está fantástico! E agora vou fugir que meti na TVI e a Manuela Moura Guedes está a falar com o Vasco Pulido Valente. Parece um diálogo de autóctones.
280 || Grandes Jogadores - Fernando Redondo
Vem este assunto no seguimento de ter lido um texto há pouco tempo, onde era lembrado um jogador que sempre achei fabuloso: Fernando Redondo. A malta mais nova possivelmente já não se lembrará dele, mas os que são da minha geração seguramente que se recordam desse fantástico médio do Real Madrid. Executava uma posição que habitualmente é conotada com "sarrafeiros" com uma elegância incrível. São jogadores que marcam épocas e que nos fizeram ficar colados horas à frente da televisão. Deixo aqui o desafio a quem por aqui passa para partilhar alguns desses jogadores que de alguma forma marcaram um pouco da história do futebol. Eu assim o farei quando me lembrar de alguém que mereça tal referência.
Aqui fica um vídeo de um dos grandes momentos de Fernando Redondo pelo Real Madrid em pleno Old Trafford:
279 || Pois..
278 || Pequenas Diferenças
Ontem no programa “A Quadratura do Círculo” na SIC Notícias, Luís Lobo Xavier tocou na ferida quanto ao assunto da casa comprada pelo nosso primeiro-ministro a metade do preço de outras fracções idênticas. É importante dizer que há neste país centenas de processos levantados pelo Ministério das Finanças a comuns cidadãos por presunção de fraude na declaração do preço de imóveis com o objectivo de fuga aos impostos. E não estamos a falar de diferenças de centenas de milhares de euros. Curiosamente quanto a este caso parece que tudo se resume a um bom negócio, como se apenas sua Exa. “Eng.” José Sócrates tenha o dom de poder fazer bons negócios. É por estas e por outras que cada vez as pessoas acreditam menos na democracia, ou pelo menos neste tipo de democracia.



